Na Tribuna, Lucimara esclareceu como
está a obra da construção da maternidade no bairro Santa Maria e levou
dados que estão presentes no Portal de Transparência do Governo Federal.
“No dia 14 de junho de 2012, o ex-prefeito Edvaldo Nogueira enviou a
proposta ao governo federal no valor de R$ 15.600.000,00 e assim foi
conveniada. Foi decisão dele fazer a unidade no bairro. Ao contrário do
que vem sendo exposto pelos colegas desta Casa Legislativa que João
Alves teve que buscar mais recursos”, retrucou.
Ainda explanando dados presentes no
Portal de Transparência, a vereadora informa que no dia 26 de dezembro
de 2012 foi autorizado o convênio com verba federal para a construção da
maternidade, sendo essa data registrada para o início oficial de
vigência. E, de acordo com ela, em nenhum momento houve a viabilização e
interferência do prefeito João Alves para adquirir recursos para o
empreendimento na capital. “Edvaldo fez política em Brasília com João
Alves do lado para garantir recursos para Aracaju logo depois da
eleição. Nesta data, foi assinado o convênio com o Ministério da Saúde”,
relatou.
De acordo com a vereadora, a
incompetência da gestão da administração municipal impossibilita a obra.
“Desde dezembro de 2015 que está no cofre da Prefeitura a quantia de R$
1.160.000,00. Ou seja, estamos em fevereiro, o dinheiro está lá e até
agora nada acontece. Mais uma vez, mostrando a incapacidade de gestão”,
denunciou. Lucimara Passos alertou a população de Aracaju e os
vereadores da Câmara que a vigência do contrato do convênio para
construção da maternidade no bairro Santa Maria termina no dia 30 de
outubro de 2016. “Isso quer dizer que corremos um sério risco de perder
esta obra por não estar sendo gerido de forma correta”, finalizou.
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